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CCR AutoBan adere à campanha Janeiro Roxo – Todos Contra a Hanseníase

Data de publicação: 15/01/2018

 

A CCR AutoBan acaba de anunciar parceria para a campanha “Janeiro Roxo – Todos Contra a Hanseníase”, organizada pela Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH). A concessionária administra o Sistema Anhanguera-Bandeirantes, com 319,8 quilômetros de extensão, com um tráfego médio diário de 880 mil veículos.

Painéis luminosos nas rodovias já estão exibindo a mensagem da campanha de conscientização sobre a hanseníase, doença que coloca o Brasil em segundo lugar no ranking mundial, atrás da índia.

Nas rodovias paulistas, a ARTESP-Agência de Transporte do Estado de São Paulo e 22 concessionárias são parceiras da campanha educativa.

Em 2017, o Ministério da Saúde instituiu o mês de janeiro e a cor roxa para conscientização sobre a hanseníase. Também no ano passado, a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), entidade que completa 70 anos em 2018, lançou a campanha nacional “Todos Contra a Hanseníase” e está promovendo ações educativas em todo o Brasil.

Anualmente, são registrados perto de 30 mil casos de hanseníase, nos vários estados brasileiros e dentre as várias classes sociais, incluindo adultos e crianças.

O presidente da SBH-Sociedade Brasileira de Hansenologia, médico Claudio Salgado, alerta que a doença tem cura, mas, se não diagnosticada e tratada a tempo, pode provocar sequelas irreversíveis. O tratamento para hanseníase é gratuito em todo o território nacional.

A doença afeta os nervos e a pessoa pode perder ou ter diminuição da sensibilidade ao toque, à dor, ao frio e calor, além de formigamentos e dormências. Podem surgir manchas avermelhadas ou esbranquiçadas na pele. Hanseníase e diabetes são as doenças que mais causam feridas. Além disso, a hanseníase é a doença infecciosa que mais cega. Se for diagnosticada a tempo, as sequelas podem ser controladas e o paciente terá uma vida normal. Os exames de laboratório conseguem identificar menos de 50% dos casos, mas a SBH alerta que o exame clínico é suficiente para o diagnóstico.

“Muitas pessoas convivem durante anos com a doença sem conhecer os sintomas. Por isso, a parceria com ARTESP e concessionárias são valiosas porque permite impactar um número grande de pessoas e um público altamente diversificado”, alerta Salgado. Segundo ele, “a sociedade civil tem desempenhado um papel altamente estratégico no combate à hanseníase no Brasil”.

Veja também

destaques SBH

PARCEIROS SBH
CRNDSHansen
DAHW
CREDESH Centro de Referência Nacional em Hanseníase/Dermatologia Sanitária

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